Foto: Steve Johnson

A natureza da interdependência

Usando gravetos para explicar o pensamento de Chandrakirti, Elizabeth Mattis nos fala sobre seu ensinamento preferido: pratītyasamutpāda


Por
Revisão: Alessandra Granato, Gustavo Gitti, Rafael Longo, Stela Santin e Caroline de Souza
Transcrição: Stela Santin
Tradução: Polliana Zocche, Alessandra Granato, Gustavo Gitti

Este texto é a tradução de uma transcrição adaptada da palestra The Nature of Interdependence (“A natureza da interdependência” em tradução livre) de Elizabeth Mattis Namgyel  realizada no Festival of Faiths em abril de 2017, em Louisville, KY, EUA . O festival, que terá sua 23º edição em 2019, acontece anualmente nos Estados Unidos e celebra as diferentes expressões de fé e espiritualidade, reunindo música, poesia, cinema, arte e diálogo com líderes espirituais, professores e praticantes de diversas tradições. 

Nesta ocasião, Elizabeth reflete sobre a natureza da interdependência sob a ótica das tradições religiosas orientais e ocidentais e nos fala sobre seu ensinamento preferido, o pratītyasamutpāda. 


Eu gostaria de agradecer a todos aqui, principalmente a todos os palestrantes que vieram antes de mim porque eles tornaram extremamente difícil planejar o que eu vou dizer. E eu aprecio isso porque isso significa que eu não posso realmente repousar no meu próprio “estar-correta” (se eu puder fazer disso uma palavra), não posso repousar nos meus pressupostos, não posso me apegar a pontos de vista. Eu tenho que estar sempre disposta a desmantelar todas essas coisas. E essa é a beleza da interdependência — que nós influenciamos uns aos outros e que entendemos a nossa vida como essa troca lúdica de nossos mundos interno e externo. Eu acho isso extremamente excitante, de modo que, de alguma forma, isso conversa com a natureza da interdependência.

De acordo com o que nos foi pedido para fazer no início, eu vou tentar expressar com o melhor da minha capacidade o que significa interdependência no contexto da minha própria tradição, que é a tradição do Budismo Mahayana. A interdependência está na própria essência do despertar do Buda e também dos ensinamentos budistas. Quando o Buda atingiu a iluminação, ele falou sobre a interdependência. Agora, quando uso essa palavra “iluminação”, eu sinto que ela é uma palavra muito pomposa e outras tradições podem não entender o que isso significa, por isso, eu quero trazê-la de volta à condição humana, porque a iluminação não é algo impossível ou distante de quem somos.

Interdependência: vivendo em graça

Em meu novo livro, The logic of faith [“A lógica da fé”, ainda sem tradução], que acabei de terminar, decidi falar sobre a interdependência como “vivendo em graça”, em outras palavras, a iluminação não é algo que acontece num vácuo independente de tudo o mais, a iluminação tem a ver com quem somos ou como entendemos a nós mesmos em relação a todas as coisas. Não apenas em relação a outras pessoas, mas também em relação ao nosso mundo interior de pensamentos e emoções — e como entendemos quem somos no meio de tudo isso.

Já que estamos no sul (acho que nós podemos dizer isso) e sempre ouvimos falar da graciosidade no sul, eu realmente vejo isso aqui em Louisville. Sinto que as pessoas aqui são extremamente graciosas, então acho que todos nós entendemos a graça. A graça não é necessariamente apenas uma palavra religiosa. A graça está, por exemplo, quando alguém entra na casa de outra pessoa e essa pessoa está atenta ao que o outro precisa “Você está com sede?”, “Está com fome?” Onde gostaria de se sentar?”. Isso é gracioso! Essa é uma maneira de falarmos sobre graça de uma forma bem comum. Podemos também falar sobre graça no movimento físico, por exemplo, se alguém está dançando em um palco — essa pessoa tem uma boa noção de quem ela é em relação ao espaço ao seu redor, ela está muito sintonizada com o funcionamento do seu corpo e como ele pode mover, o que ela pode fazer e como vai funcionar. Isso também é graça.

Assim, a iluminação do Buda, o que chamamos de iluminação do Buda, tem muito a ver com essa descoberta: o Buda encontrou a si mesmo em um relacionamento são com seu mundo — seu mundo interno e externo, o mundo físico, o mundo das pessoas, o mundo do ambiente. Portanto, isso seria uma maneira, ou é desta maneira que eu tenho falado sobre a iluminação. Esse ensinamento segue de um modo muito profundo, mas isso é realmente o cerne dele.

Quando o Buda se sentou sob a árvore Bodhi — onde ele alcançou a iluminação, em Bodhgaya, na Índia — ele teve, acho que podemos dizer, um despertar ou epifania. Nesse momento, ele disse algo muito interessante e, na maneira como ele descreveu, é quase como uma fórmula secreta que desbloqueia o segredo do universo. Eis o que ele disse (talvez você já esteja familiarizado):

“Isto sendo, aquilo se torna;
Do surgimento disto, aquilo surge;
Isto não sendo, aquilo não se torna;
Da cessação disto, aquilo cessa.”

Deixe-me dizer novamente, isso é muito importante, e não se preocupem, eu detalharei isso e ficará muito claro para vocês. Então, ele diz: “Isto sendo, aquilo se torna”. Por exemplo, se as causas e as condições do sofrimento estão presentes, então o sofrimento surgirá; se as causas e as condições da felicidade estiverem presentes, a felicidade surgirá. E tudo funciona desse jeito — se há uma direita, há uma esquerda; se há um bom, há um mal. Que tudo surge na dependência de outras coisas é basicamente o que isso significa. Então, “Isto sendo, aquilo se torna; do surgimento disto, aquilo surge” e então “Isto não sendo, aquilo não se torna”: se não há causas e condições para que algo surja — como se você plantasse uma semente e não houvesse boas condições — nada virá disso. “A partir da cessação disto, aquilo cessa.”

Este é realmente o próprio coração dos ensinamentos do Buda, porque isso é o que ele veio a entender quando atingiu a iluminação e é parte de absolutamente todos os aspectos do pensamento e da prática budista.

Os vários nomes de pratītyasamutpāda

Basicamente, o que estamos falando aqui é de relacionamento. Antes de prosseguirmos, eu quero apresentar algumas palavras para vocês. Aqui chamamos de “interdependência”, mas no contexto dos ensinamentos budistas, a palavra sânscrita para isso é pratītyasamutpāda.

Joanna Macy, a ecologista profunda, chama de “causalidade mútua” ou “reciprocidade mútua”, o que também é conhecido como “surgimento dependente” ou “originação dependente”. Existem muitas outras maneiras de falar sobre isso. Eu costumo dizer que é a natureza das coisas quando entendemos que tudo se apoia* — todas as coisas se apoiam umas nas outras e é isso que gera todo o movimento e faz tudo acontecer. Se as coisas não se apoiassem umas nas outras, nada se moveria, tudo seria inerte. Então quando você está falando sobre Gênesis no contexto do budismo, você está falando sobre o movimento dos relacionamentos interdependentes e, é por isso que dizemos que essa é um tradição não-teísta.

Tudo é um estado constante de movimento, não existe nada que exista de modo independente, singular, permanente ou estático.

Deixe-me fazer uma demonstração para vocês para que isso não permaneça no domínio do pensamento abstrato, porque isso é muito prático, isso pode se tornar muito prático. Eu quase não vou a lugar nenhum sem meus três gravetos, as pessoas que me conhecem bem sabem… Eu, de fato, pedi à minha comunidade espiritual que, quando eu morrer, queimem meus três gravetos comigo. Eu tenho uma conexão muito forte com esses ensinamentos em particular. Hoje sendo o Dia da Terra, gostei muito de poder segurar algo natural, acho isso muito estabilizador. E eu amo o fato de que, onde quer que eu vá, eu coleto gravetos das árvores de onde fico. Esses três gravetos aqui, eu consegui no lindo jardim da Christie Brown, e eu gosto deles. Os gravetos são diferentes em todos os lugares, isso é tão incrível.

Interdependencia

Elizabeth Mattis Namgyel. Foto: Festival of Faiths, 2017

O que estou prestes a apontar é que estou segurando esse graveto (talvez eu precise de um pouco de participação do público — isso não pode acontecer comigo apenas, isso é um trabalho em grupo). Se eu lhes perguntasse “este aqui é um graveto grande ou um graveto pequeno? O que vocês diriam?” [audiência responde: “grande, pequeno…“] Alguns estão dizendo grande, algumas pessoas dizendo pequeno. O que mais eu ouvi? [audiência responde: “médio“] Médio? Algo mais? [audiência responde: “depende“] Depende! Isso é o que eu estava procurando!

E a propósito, este ensinamento foi dado por um professor chamado Chandrakirti, um grande mestre indiano. Eu não sei se ele usava gravetos para ilustrá-lo, mas está em seus textos. Eu quero salientar isso para me sentir conectada com a minha linhagem.

Agora, eu estou apontando para esse primeiro graveto e coloco-o ao lado deste outro graveto. “O que o primeiro graveto se torna? É maior que esse outro graveto, certo?” Agora, se eu segurar este terceiro graveto, o que acontece com o primeiro graveto? Torna-se menor. Então, deixe-me perguntar uma coisa: o tamanho do graveto existe no próprio graveto? Não! Depende do graveto que vem ao lado!

Você pode, então, dizer “bem, você poderia dizer que esse graveto tem talvez dois pés e meio de comprimento“. Isso é intrínseco ao graveto? Não! Por quê? Porque medidas são apenas artifícios criados pelo homem, é uma invenção. E é uma invenção muito muito útil. Eu gostaria de dizer que tamanho e medidas são extremamente importantes e poderosos. Construímos catedrais com base em medidas, todo o nosso mundo é baseado em medidas e números.

Algo semelhante acontece com a linguagem: o que é linguagem senão uma série de sons com os quais concordamos para nos comunicarmos e participar do mundo em que vivemos? Então, quando eu digo que esse objeto não tem um tamanho objetivo, não é para enfraquecer o fato de que esses acordos que temos sobre as coisas e a relação que as coisas têm entre si não são extremamente profundas e poderosas. Nós todos sabemos o quão poderosas são as linguagens, todos nós sabemos o quão poderoso é esse mundo da relatividade.

Você nunca consegue estar certo

Algumas vezes, é nesse ponto que o ensinamento se torna confuso para as pessoas. Eu conversava com Geshe Thupten Jinpa na noite passada sobre esse ensinamento que eu dou com os gravetos e ele disse que havia outra professora que fazia isso, mas ela assustava as pessoas. E é assustador! Porque o que isso está dizendo é que não existe uma verdade intrínseca sobre nada.

Então, frequentemente as pessoas podem interpretar isso como “talvez não importa o que eu faça” ou “o mundo da relatividade perde sua potência”, mas isso não é verdade. As relações são poderosas, esse é o ponto principal.

Não há uma existência ou verdade intrínseca, não há realmente nenhuma realidade pelo fato de que as coisas não existem no objeto em si, o que significa que você nunca consegue estar certo. Isso é poderoso! Tudo depende de onde você está posicionado, porque todas as coisas se apoiam umas nas outras.

Pessoalmente, eu sinto que essa é a coisa mais extraordinária, o que significa que você sempre deveria ficar admirado de uma forma ou de outra. Você não pode realmente saber nada de uma forma determinada e definitiva. E, muitas vezes, eu penso que nós olhamos para a admiração como uma espécie de luxo ou algo que vem ao nosso encontro, porém que não é muito prático. No entanto, eu acho que a admiração é extremamente prática e extremamente importante no contexto de tudo o que falamos aqui.

Primeiro de tudo, se não há admiração, pode haver fundamentalismo; quando há admiração, não pode haver fundamentalismo. Eu até acho que o desespero é uma espécie de fundamentalismo. Não estou dizendo que não devamos ser tocados. Não podemos evitar de ser tocados pela tristeza do mundo e pelo sofrimento das pessoas. Não podemos evitar isso. Mas quando você expõe o desespero a um pouco de admiração, sinto que ele se transforma em compaixão.

Reificação como a raiz de todas as emoções negativas

Nós temos essa tendência de reificar, olhamos para uma situação e dizemos, por exemplo, “o que fazemos com a Coreia do Norte?” O que você faz com uma pergunta como essa? O que fazemos a respeito da crueldade contra animais ou racismo ou todas essas coisas sobre as quais falamos aqui, que são tão significativas e devemos responder a elas?

Essas questões são grandes ideias abstratas e dentro delas estão todo o tipo de coisas acontecendo. A Coreia do Norte é um lugar grande com muitas pessoas e tudo depende de onde você está posicionado e como você vê. Então, temos essa tendência de reificar. Nós reificamos uns aos outros quando olhamos apenas para a cor da pele de alguém.

Quando estamos no nosso melhor, nós não fazemos isso, nós realmente olhamos para a condição humana, vemos algum tipo de beleza interior, nós deixamos de saber. Como eu estava dizendo na hora do almoço

“o maior respeito que podemos ter por alguém ou qualquer coisa é não assumir que sabemos quem elas são”.

Não-dualidade

Eu acho que isso tem um lugar muito prático no campo do ativismo ou na nossa capacidade de responder com inteligência ao mundo em que vivemos. De fato, uma das maneiras interessantes de falarmos sobre isso é que comumente pensamos que ou “as coisas existem e são verdadeiras” ou “elas não são verdadeiras”. Somos muito dualistas.

Há um grande professor chamado Mipham Rinpoche que disse que nossas mentes são tão dualistas como elefantes: eles rolam na lama e, em seguida, rolam na água para enxaguar a sujeira, mas então eles têm que rolar na sujeira de novo para se secar. Nós tendemos a ver as coisas através dessa lente dualista, mas quando você diz que tudo se inclina, se encosta, se apoia, você não pode dizer que [referindo-se ao gesto de tocar os dedos indicadores] é um e você também não pode dizer que são dois. É não-dual, e isso é muito poderoso. Isso tem sido muito poderoso para mim porque eu sinto que o mundo é realmente mágico.

Quando eu acho que estou certa e as coisas estão presas no lugar delas, eu também estou presa nesse meu lugar. O Buda disse que todas as emoções negativas surgem a partir da reificação das coisas, de pensar que sabemos o que elas são, de achar que elas são ruins e terríveis ou que são boas e perfeitas. Por exemplo, divinizar alguém é muito desrespeitoso porque, assim, ela não pode ser totalmente humana e demonizar alguém também é desrespeitoso porque nós não vemos todas as causas e condições que levaram tais coisas a acontecerem.

Multidimensionalidade

No meu primeiro livro [O poder de uma pergunta aberta], eu dei alguns exemplos e ainda acho que eles são muito bons exemplos sobre como a negatividade surge da reificação, de fazer algo se tornar real. Aqui, “real” não significa que você não tem a experiência de algo, “real” significa dizer que a coisa existe no objeto em si.

Por exemplo, eu li uma estatística sobre uma pesquisa que foi feita durante a Primeira Guerra Mundial: eles perguntaram aos veteranos se eles preferiam atirar ou serem alvejados e, a maioria deles, disse que preferiria receber um tiro a atirar em outra pessoa. É claro que os militares ficaram sabendo disso e não gostaram, então, eles começaram a inventar novas táticas para doutrinar os veteranos, fazendo-os reificar ou objetificar o inimigo. Depois do Vietnã, as estatísticas mudaram, eles passaram a dizer que preferiam atirar do que serem alvejados, o que é muito triste e alarmante. Isso mostra que olhar para alguém de uma maneira unidimensional, como no caso do inimigo, faz com que não vejamos a multidimensionalidade de quem eles são.

Quando eu falo multidimensionalidade, quero dizer que não podemos afirmar, sob a perspectiva do mundo do relacionamento interdependente, que alguém é uma coisa singular, única. Por exemplo, você pode olhar nos olhos do seu inimigo e dizer “aqui está o pai de alguém, o filho de alguém, o irmão de alguém”, “ele é humano e sente coisas”. Olhando desse jeito, vai ser bem mais difícil ser agressivo e é por isso que reificação é vista como a raiz de todas as emoções negativas.

Isto sendo, aquilo se torna”. Reificar cria a condição para a negatividade e a falta de compaixão.

O mesmo pode ser dito para o apego. A indústria da publicidade entende reificação, então, quando eles anunciam algo, mostram a unidimensionalidade do objeto: “aqui está este carro fantástico!”. Vocês sabem bem como são os comerciais: O sol está brilhando no teto do carro, o carro deslizando pelas estradas, fazendo as curvas e tudo mais. Porém, quando você começa a pensar nas multas de estacionamento, no seguro de carro, no motor quebrado e no painel rachado, você pode até comprar o carro, mas sem se agarrar tanto naquilo, com uma ideia muito mais realista do que aquilo é. Então, essa noção de dimensionalidade aberta traz esse olhar para as coisas, isso é o que a interdependência faz. O propósito da interdependência, nessa tradição, é penetrar essa sensação de verdade e realidade.

Podemos abrir essa conversa mais e mais e falar sobre a natureza prática da admiração e como é importante usar a interdependência como uma ferramenta para abrirmos a nós mesmos além desse modo de pensar de sabermos o que alguma coisa é ou o que uma situação seja. Mesmo agora, no Dia da Terra, quando cairmos no desespero e nos zangarmos com o estado do mundo, o estado do nosso governo ou qualquer coisa em particular, podemos usar a interdependência para entender que tudo depende de como você olha, que depende do momento, que há causas e condições que dão origem a todas as coisas e assim por diante. É assim que a interdependência funciona nesta tradição particular.


* Nota dos tradutores: Elizabeth sempre fala “Everything leans“, no sentido de encostar-se, inclinar-se, repousar em, apoiar-se. Quando algo encontra-se encostado, inclinado, apoiado, sustentado por outras coisas, sua manifestação, posição e movimento dependem da manifestação, posição e movimento daquelas que o apoiam. As coisas que o apoiam, por sua vez, também estão encostadas, inclinadas, sustentadas, apoiadas em mais outras coisas, tornando o primeiro também dependente dessas terceiras, como em um gigante castelo de cartas. Podemos seguir essa contemplação de modo infinito.

Foto: site Elizabeth Mattis Namgyel

Elizabeth Mattis Namgyel tem praticado e estudado por trinta anos a sabedoria antiga do budismo Mahayana, bem como a linhagem Longchen Nyingthig da tradição Vajrayana, sob orientação de seu professor e marido, Dzigar Kongtrül.

Com formação em Antropologia e Estudos Budistas, seu aprendizado está ancorado sobretudo na prática, tendo completado sete anos de retiro solitário. Elizabeth tem especial conexão com o aspecto de sabedoria dos ensinamentos – originação dependente e vacuidade – e, como professora budista, oferece palestras e retiros nos Estados Unidos, Austrália e Europa.


A transcrição e tradução deste vídeo surgiu a partir da iniciativa de integrantes do grupo de estudos do livro “O poder de uma pergunta aberta”, da Elizabeth Mattis Namgyel feito no Lugar. Mais informações aqui.


Saiba Mais

  • Elizabeth foi uma foi uma das mulheres extraordinárias citadas na matéria Polifonia Feminina da edição nº29 da Revista Bodisatva, que conta um pouco da história de 16 grandes professoras do Budismo da atualidade. Mais sobre esta edição →

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2 Comentários

  1. Ormando disse:

    Maravilhoso ^^ gratidão aos tradutores(as) ^^

  2. Fernando Michel disse:

    Parabéns!

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