Silêncio em movimento
Revista Bodisatva 30

Inverno de 2018 | Edição de Aniversário

Esta edição da revista Bodisatva volta às origens. Reencontramo-nos, como em seu nascimento, em 1990, com o silêncio e o ensinamento curto e direto da tradição Zen. Mas desta vez, inspirados pela vinda de Kazuaki Tanahashi ao Brasil, exploramos aquilo que vai além da almofada e que reverbera do zazen para o mundo em duas manifestações: arte e ativismo. Mais do que vida e obra de Kaz Sensei, a revista traz o Especial sobre Arte e Ativismo Zen: reportagens com exemplos de ativistas e artistas que integram o Darma em suas vidas.

Esta edição inclui ainda Artistas e o Samurai Desempregado, um texto original de Trungpa Rinpoche e uma entrevista exclusiva com Chagdud Khadro. Em Roteiro de Prática, Alessandra Pizzigatti compartilha conosco a meditação da Atenção Introspectiva e, em Darma no Cotidiano, Fábio Rodrigues, aluno de Kaz Sensei e do Lama Samten, fala-nos sobre seu aprendizado com a arte.

A Bodisatva n.30 também inaugura uma nova sessão, Mahasanga, na que compartilha e celebra o movimento de praticantes e mestres de outras tradições, começando com a comemoração dos 50 anos do Mestre Tokuda no Brasil.

E como não poderia faltar, na matéria de abertura, Lama Samten nos presenteia com um belo texto sobre Avydia Coletiva.

Adquira a sua na Loja Virtual


Coordenadores de sangas, GEBBs e responsáveis pelas lojinhas do CEBB, façam suas encomendas pelo e-mail revista@bodisatva.com.br

Leia online as primeiras páginas

Nesta edição

img

Fundamentalismo é uma posição da mente

Mente estreita, bloqueio da razão e falta de empatia acontecem com você?

Frequentemente, fundamentalistas são considerados como os outros, não eu. O fundamentalismo não é pessoal, é uma atitude. Não existe direito autoral na tendência em ter a mente estreita e bloquear a razão e a empatia, e isso pode se manifestar na mente de qualquer um. As causas são diversas, uma mistura de circunstâncias que incluem a cultura educacional recebida em casa, na escola e na mídia, combinada com o ambiente social e econômico, traumas nacionais ou étnicos, e muito mais. A arrogância resultante, e o comportamento agressivo e abusivo que a atitude fundamentalista gera, pode ser transformada. Uma maneira prática para isso é começar se dando conta da dor que ela causa e da limitada bondade, inteligência e criatividade que ela permite. Dessa forma, é possível afrouxá-la a partir de dentro, e há diversas maneiras de fazê-lo.

Essa matéria está na Revista Bodisatva nº 30. E também está disponível aqui no site. Leia aqui na íntegra

Conheça outras edições

Apoiadores