Esta paz que nos protege

Escrevi um texto sobre cultura de paz, enviei ao Gustavo e ele publicou em um blog mais visitado com o título de “Cultura de Paz: a melhor herança que podemos deixar para nossos filhos”.
Segue um trechinho:
“Eu não sei quanto tempo vou viver, até quando vou poder dar apoio e proteção ao meu filho. Mesmo agora, eu não posso estar junto dele o tempo todo, ninguém pode. Depois que eu me for, e a mãe dele também, ele vai ser amparado por uma cultura de paz. A maior proteção que podemos dar aos nossos filhos é conservar, ampliar, melhorar essa cultura. É a única proteção possível.
Sem uma cultura de paz, mesmo que eu ficasse 24 horas ao lado do meu filho, não seria capaz de protegê-lo. Se mísseis desabassem sobre as nossas cabeças, se exércitos invadissem as nossas ruas, o que eu poderia fazer? Nem se fosse um super-herói e tivesse poderes sobrenaturais, não teria condições de salvá-lo.”
Guto é praticante de meditação e aluno do Lama Padma Samten. É pai de primeira viagem, gosta de ler, tocar violão, praticar tai chi chuan e consultar o I Ching. Pode ser encontrado às quintas no CEBB SP. | Leia outros posts de Guto






Gostei muito do seu texto! Meu filho acabou de fazer 14 anos e convidou os amigos pra jogar “war” aqui em casa amanhã. Acho o jogo divertido e compreendo que meninos precisem gastar sua testosterona, então vamos fazer uma certa decoração “de guerra”, com tanques e soldadinhos que ele tem desde pequeno (existe toda uma cultura masculina da guerra em nossa sociedade, ou talvez em todas). Mas estava pensando em colocar um lembrete sobre a importância da paz, e achei sua reflexão perfeita e muito pertinente. Acho que vou fazer umas cópias e deixar sobre as mesas de jogo, pra que eles leiam entre as jogadas. :)
Guto, todo mundo adorou o texto por lá.
Valeu. Aguardo os próximos.
Estamos treinando colocar os ensinamentos do Lama em imagens claras e em diversas linguagens pra diversos públicos. Muito bom.
Abraço!
Muito bonito, Guto;estes dias eu estive lendo o Velho Caminho, Nuvens Brancas, do Thây, e a descrição que ele faz do despertar do Buda é a descrição da interdependência de todas as coisas; é bonito ver v. falar dela da forma como falou. Se meditássemos o suficiente sobre ela, a iluminação ficaria mais à mão. Keep up your good work!
Deixe seu comentário!
Por email
Vídeo da semana
Sobre
Arquivo
Comentários
Relatos do lama
Quem escreve por aqui
Fotos
+ recentes
Tags
Links